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RME pelo Brasil: O que é ser voluntária na RME?

Angélica Costa, uma das voluntária residentes no Nordeste do país, conta como é fazer parte do Ela Pode

Publicado em 11 de novembro de 2022

Se você deseja ser uma voluntária RME? Vem comigo! Já pensou em receber um salário emocional e ter sua vida repleta de histórias impactantes, transformadoras e de relevância inspiracional para contar? Assim é a vida de quem se permitiu ser voluntária do IRME/RME.

Minha história no terceiro setor começou há mais de 18 anos. Sempre busquei projetos para impactar vidas e assim conheci o Ela Pode. A proposta era ousada! Capacitar 135 mil mulheres pelo Brasil, na hora, meus olhos brilhavam, e me veio a mente as minhas freses positivas, EU QUERO, EU POSSO, EU FAÇO tudo para conseguir esse edital e juntos com as mulheres assistidas por nossa instituição na Paraíba. Neste momento começou minha admiração e todo processo de transformação, porque não foi só o impacto na vida das mulheres, mas sobretudo na minha vida. Ocorreram melhoria nos processos e modelo de gestão, projetos antes só presenciais passaram a ser online, inovação, clareza, hoje eu tenho o prazer e orgulho de estar como Mentora e Embaixadora da RME.

Surgiu o grande desafio, a COVID-19, e em 2020 tivemos que nos adaptar e uma pergunta que insistia em ficar no meu pensamento era como levar o conhecimento, antes 100% presencial, para o virtual? Nos reinventamos de forma soberana e corajosa, desafiando a dor do forte. Precisávamos compor uma história linda, cheia de conhecimento e conexões, onde no início ninguém acreditava que mulheres vulneráveis iriam assistir às aulas de forma online. No primeiro momento a incerteza bateu, mas com empatia, articulação e espírito contagiante de equipe, protagonizamos com o voluntariado é transformador e conseguimos realizar o letramento digital para as mulheres de todo o nosso território 

Digo sem medo de ser julgada, o Ela Pode transformou minha vida e de muitas mulheres em nosso país, no meu caso abriu um leque de oportunidades na minha atuação junto ao terceiro setor, uma metodologia eficiente, sofisticada, um trabalho de alto impacto para quem ministra as oficinas , e para quem recebe.

ELA PODE é efetivo, potente, mutável, e provoca um orgulho imenso em pertencer. Acredito, com muita fé no que venho afirmar, voluntariar em uma organização como o IRME, capitaneado pela Ana Fontes, aqui destacado em minha fala, é mais que uma experiência exitosa, um sentimento nobre e sofisticado, uma relação humana de compromisso, que amplia a consciência em prol do outro, doamos nosso tempo e recebemos amor e gratidão, é uma verdadeira integração social, que combate a desigualdade,a descriminação e só vem fortalecendo a solidariedade e cidadania plena para quem atua com orgulho em pertencer a uma causa, voluntariar é uma Missão!

ARTIGO ESCRITO POR

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Economista, empreendedora social, multiplicadora, mentora e presidente ARC Ações Solidárias

Angélica Costa