A Rede Mulher Empreendedora nasceu durante o “Programa 10 mil Mulheres da FGV”, quando Ana Fontes teve a ideia de criar um blog sobre os medos, as dúvidas e as dificuldades do empreendedorismo feminino. Ela percebeu, então, que esses questionamentos eram compartilhados por outras mulheres, que também buscavam ajuda e apoio. A Rede surgia, assim, para suprir essa lacuna. Em 2017, Ana Fontes  resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher EmpreendedoraRME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. O objetivo é fomentar o protagonismo feminino no empreendedorismo, auxiliar quem quer empreender e quem quer se inserir no mercado de trabalho, por isso, a RME promove eventos anuais como a Casa das Empreendedoras e o Fórum Empreendedoras; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Além disso contamos com um marketplace com 1691 empresas cadastradas.

Rede Mulher EmpreendedoraRME conta com um grupo no Facebook com mais de 88 mil membros, onde sororidade é promovida por meio de discussões e ajuda mútua. Atuamos em todo Brasil e contamos com a ajuda de nossas 133 Embaixadoras, 50 Influenciadoras.

A RME oferece serviços para empresas que acreditam no empreendedorismo feminino:

Além de signatária dos princípios de empoderamento da ONU Mulheres, a RME tem clientes e parceiros que acreditam na causa do empreendedorismo feminino.

Nossa equipe acredita que quando uma mulher é empoderada financeiramente, ela não muda só a realidade de sua família, mas também a da sociedade. Quando a mulher têm negócios que dão certo, elas investem em suas comunidades para que haja um contínuo desenvolvimento e tratam seus públicos de interesse como uma família estendida, pois acreditam no poder colaborativo para melhorar o mundo.

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