A conta que o Brasil insiste em não pagar: O fim da violência contra a mulher é a nossa única saída
Estamos em 2026. Olhamos para trás e as estatísticas continuam a nos dar um soco no estômago. O feminicídio no Brasil não é apenas uma “mancha” no nosso tecido social — é uma hemorragia. É uma violência que dilacera, deixando um rastro de dor não só na mulher que perde a vida, mas em toda […]
Publicado em 5 de janeiro de 2026
Estamos em 2026. Olhamos para trás e as estatísticas continuam a nos dar um soco no estômago. O feminicídio no Brasil não é apenas uma “mancha” no nosso tecido social — é uma hemorragia. É uma violência que dilacera, deixando um rastro de dor não só na mulher que perde a vida, mas em toda uma rede de pessoas que ficam: crianças órfãs, famílias que perdem filhas, irmãs, mães, e que carregam um impacto emocional e social devastador.
Para escrever este artigo, mergulhei nos dados e nas realidades expostas por organizações que há anos atuam nos mais diversos territórios do combate a violência contra mulheres como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Instituto Patrícia Galvão, o W20 Brasil, o Instituto Maria da Penha, a Gênero e Número, o GMDB, a AzMina e a nossa atuação na Rede Mulher Empreendedora (RME) . Aqui não consigo citar todas as organizações , mas é importante dizer que não há mais espaço para amadorismo e achismos e soluções superficiais.
Como empreendedora e mulher, aprendi que problema sem solução é custo; e a violência contra a mulher está custando vidas, famílias, sonhos e o futuro do nosso PIB.
No artigo completo, falo sobre interseccionalidade, educação, autonomia econômica, políticas públicas e caminhos concretos para mudar essa realidade.