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Tivemos o Mês da Mulher. E daqui a pouco começa o Mês das Mães.

E com eles vêm muitas vezes as campanhas com filtro rosa, brinde com flor, frase pronta e vida que segue… Mas não é isso que toca o coração das mulheres, e nem o que elas precisam. Todo mundo percebe e não aguenta mais. Mas quando uma marca se envolve, promove transformação de verdade e assume […]

Publicado em 10 de abril de 2026

E com eles vêm muitas vezes as campanhas com filtro rosa, brinde com flor, frase pronta e vida que segue… Mas não é isso que toca o coração das mulheres, e nem o que elas precisam. Todo mundo percebe e não aguenta mais.

Mas quando uma marca se envolve, promove transformação de verdade e assume um compromisso real com a autonomia econômica das mulheres… Aí o jogo vira para todo mundo: o ponteiro se mexe na vida das mulheres e o engajamento do público é até quatro vezes maior.

Porque enquanto apenas ficamos no discurso (e repetido), os dados continuam gritando.

Hoje, 10 milhões de mulheres empreendem no Brasil. A maioria por necessidade. Segundo pesquisa IRME 2025, a renda média delas gira em torno de R$ 2.400. Mais de 58% são chefes de família e sustentam filhos e outras pessoas com esse valor. E quando conseguem aumentar sua renda, quase 90% do que ganham volta para a comunidade.

Quando uma mulher melhora de vida, ela amplia o efeito positivo e muda a sociedade em sua volta.

Nós, na Rede Mulher Empreendedora, estamos falando de resultado comprovado e não só de narrativa. Já impactamos mais de 15 milhões de pessoas direta e indiretamente. Já destinamos mais de R$ 50 milhões em capital semente por meio de programas e projetos. São mais de 2 milhões de mulheres conectadas à nossa rede, em mais de 2 mil municípios do Brasil.

E o mais importante: fazemos monitoramento de tudo e mostramos que quase 70% das mulheres que participam dos nossos projetos aumentam de renda.

Quando falamos em Retorno Social sobre Investimento, nossos projetos mostram que cada real investido pode retornar pelo menos o dobro em impacto mensurável. Isso significa geração de renda, formalização de negócios, aumento de confiança, acesso a mercado, fortalecimento de cadeias produtivas.

Isso é ESG de verdade. O “S” no relatório anual da empresa precisa mostrar impacto de verdade, sem métrica de vaidade, anexada à estratégia de negócio. Com inovação, com profundidade, com reputação também.

Projetos com mulheres são investimento em desenvolvimento econômico e construção de base consumidora.

Se a sua empresa quer fazer algo relevante neste mês e nos próximos, a pergunta não é “qual campanha vamos lançar?”. A pergunta é: qual problema estrutural vamos ajudar a resolver?

Na RME, co-criamos projetos sob medida, conectamos empreendedoras a grandes empresas, estruturamos programas com metas, indicadores, auditoria e governança. Temos 16 anos de trajetória, transparência e resultados consistentes.

Mulheres não precisam só de uma rápida homenagem para um dia por ano. Precisam de acesso, mercado, capacitação e oportunidades reais.

A sua marca quer ser vista como mais uma que “só fala” ou quer ser protagonista na transformação?

ARTIGO ESCRITO POR

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Ana Fontes CEO e fundadora Rede Mulher Empreendedora e Instituto RME