Mulheres nas vendas diretas: autoestima e independência financeira marcam vidas

Setor atua no fortalecimento do empreendedorismo feminino

 

Flexível e democrática, a venda direta é uma opção de renda para milhões de mulheres que encontraram na atividade autonomia e independência financeira.  

 

De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 2,3 milhões de brasileiras atuam como empreendedoras independentes no país, o que representa 56,7% do total.

 

Este contingente tem muitas conquistas para comemorar, principalmente, neste mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher.

 

O empreendedorismo feminino ligado às vendas diretas não proporciona apenas uma renda extra às mulheres. A atividade atua em outro campo da vida feminina: a realização de sonhos.

 

A oportunidade gerada pelas vendas diretas ajudou muitas empreendedoras a elevarem a autoestima. Com a renda conquistada, algumas até conseguiram se libertar de uma das mazelas da sociedade atual: a violência contra a mulher, deixando para trás relacionamentos abusivos.

 

A questão do impacto social das vendas diretas também é relevante para empresas do setor. Algumas companhias oferecem descontos em cursos educacionais para as empreendedoras que também podem ser estendidos para os filhos.

 

Ao investir na educação da família, as mulheres contribuem para o desenvolvimento de mais pessoas, ampliando o número de ações positivas originadas a partir do seu trabalho com vendas diretas.

 

Já outras empreendedoras independentes encontraram no setor a oportunidade de melhorar a própria imagem. Muitas não conseguiam ver em si o potencial que tinham tanto para vendas quanto para os negócios. Foi por meio de treinamentos, que começaram a se sentir mais preparadas e passaram a transmitir mais autoconfiança.

 

Inclusivo, o setor de vendas diretas é e sempre foi um dos mais procurados pelas mulheres como alternativa para complementar a renda das famílias. Tanto que o cenário de apenas uma segunda ocupação está em transformação e para muitas mulheres, as vendas diretas já são a principal fonte de renda.

 

“Por ser democrático e inclusivo, o setor de vendas diretas atua para fortalecer o empoderamento feminino. Ao oferecer condições para que a mulher se desenvolva profissionalmente, as empresas mostram que esta valorização não está apenas no discurso, mas é realizada na prática diariamente”, enfatiza Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD. 

 

Vem aí o 2º Congresso Nacional de Vendas Diretas – Marcado para o dia 7 de maio, o evento já está com inscrições abertas. Oportunidade para troca de conhecimento e networking, o encontro acontecerá em São Paulo. Para mais informações, acesse: congressonacional.abevd.org.br

 

Sobre a ABEVD
Criada em 1980, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas reúne mais de 40 associadas. Contribui para o desenvolvimento do mercado brasileiro de vendas diretas, defendendo seus interesses, promovendo a transparência entre empresas e estimulando as melhores condições para a entrada de novos empreendedores em busca de boas oportunidades de negócios e crescimento. Tem a seriedade, a ética, a reputação e a representatividade como atributos primordiais em seu trabalho junto à sociedade. É afiliada à World Federation of Direct Selling Associations, entidade que tem as maiores empresas mundiais das vendas diretas como participantes.

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