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Independência financeira: saiba como conquistar a sua e mantê-la

Por Sabrina Nunes, CEO da Francisca Joias
 
Não é de hoje, mas a independência financeira tem caído cada vez mais no gosto popular. Com aproximadamente 14 milhões de desempregados no Brasil, a população busca autonomia e uma renda extra.
 
Essa crise que vivemos é complicada, pois o comércio, seja físico ou virtual, sofre reflexos dessa estagnação diretamente nas vendas. Até para argumentar com fornecedores é difícil, pois como comerciantes ficamos sem “moeda” de troca diante desse cenário.
 
Passei por muitas dificuldades e desafios, antes de conquistar o sucesso e ter o retorno financeiro que investi em meu negócio. Por isso, separei algumas dicas de como conseguir e manter sua independência financeira mesmo em tempos difíceis.
 
Organize-se

 

Há quem não se identifique com essa palavra, mas a organização é o primeiro passo para o sucesso. Veja qual modelo é mais funcional de acordo com a sua rotina e trabalho. A primeira dica é anotar o que você precisa fazer, pode ser em um caderno ou agenda. Organize esses tópicos por ordem de prioridade, assim você não deixa passar nenhuma informação ou evento importante. Caso não funcione com anotações, faça uma planilha, acrescente cores, use aplicativos como, por exemplo, o Evernote, Call, Google Keep, entre outros.
 
Defina metas
 
As metas, por mais desafiadoras que pareçam, são fundamentais para o desenvolvimento de um bom trabalho e principalmente a mensuração do mesmo. Sem metas não temos foco, e consequentemente não temos resultado. Existem inúmeras maneiras de definir metas, mas as duas mais comuns são: a regra do 3 ou, o planejamento básico.

 
A regra do 3 funciona da seguinte forma: 1ª meta, serve como o botão de start, se você está pensando em virar referência em um assunto ou setor, por exemplo, o primeiro passo é começar um curso e buscar conhecimento sobre determinado assunto. A segunda meta, concluir algo que se propôs a fazer, pode ser um curso, graduação ou MBA. Já a terceira meta, mas não menos importante, precisa ter o nível de dificuldade maior dos que as anteriores, pois assim você verá seu progresso durante a trajetória percorrida.
 
Agora, vamos para o planejamento básico: o primeiro passo, após pensar qual seu objetivo/metas, é organizar e separar as ações por ordem de prioridade. Crie planilhas com o que precisa ser concluído, prazos, atrasos, entre outros. A última dica e a mais importante, digamos que palavra de ordem, é dedique-se, ao máximo, e às vezes o máximo ainda não será o suficiente. Trace metas a curto, médio ou longo prazo.
 
Monitore seu dinheiro
 

Acredito que você já tenha ouvido aquela música: “Dinheiro na mão é vendaval”. Pois bem, é por isso que precisamos monitorar nossas finanças. Quanto mais temos, mais gastamos. Para não gastar mais do que se tem, organize-se e pague suas dívidas. Se sobrar um dinheirinho, a mais no fim do mês, você  poderá aplicá-lo em outras frentes como, por exemplo, um novo negócio, na poupança, no cofrinho para uma viagem, aposentadoria, entre outros.
 
Controle suas ações
 
Tudo em excesso faz mal. E quando mencionamos controle estamos querendo mensurar o excesso ou a falta dele. O controle serve para saber se estamos nos dedicando a algo que faça sentido e se teremos retorno no futuro. Além disso, com ferramentas de controle, conseguimos mensurar nossos resultados, horas do nosso dia dedicadas a determinado assunto, o que podemos aprimorar, etc.
 
Faça você mesma
 
Use seus dotes culinários, artesanais, etc. “Faça você mesmo” ganhou espaço na casa dos brasileiros diante do cenário atual, você consegue através de canais no Youtube, Instagram e grupos no Facebook, desenvolver e aperfeiçoar inúmeras técnicas em diversos segmentos de atuação. Desde comida, produtos de floricultura (vasos, arranjos, etc), artesanatos e papelaria (cadernetas, convites, cartão de visita, entre outros) até customização (roupas e peças em geral).

 

Revenda
 
Quando falamos em independência financeira não tem como não mencionarmos a revenda, afinal esse trabalho está ganhando mais adeptos com o passar dos dias. A revenda de roupas, semijoias ou outros objetos, é uma fonte de renda extra já comprovada e, por vezes, a garantia do dinheiro para quitar as dívidas no fim do mês. Claro que questões como região na qual está vendendo, qualidade do produto, atendimento e outros detalhes, influenciam muito nessa variável, mas uma revendedora, se vestir a camiseta da marca, pode lucrar bastante por mês.

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